A cidade de São Paulo será palco de um dos momentos mais emblemáticos do XIII CLAEM - Congresso Latino-Americano de Escolas de Música: a homenagem ao pianista, maestro e compositor Amilson Godoy, em homenagem especial no Bourbon Street Music Club.
A celebração ganha um significado ainda mais profundo ao reunir também seus irmãos mais velhos, Adylson Godoy, e Amilton Godoy, formando no palco um encontro raro de trajetórias que ajudaram a construir a história da música brasileira.
A homenagem a Amilson Godoy reconhece uma carreira sólida e multifacetada, construída ao longo de décadas de atuação artística e musical.
Como pianista solista, Amilson Godoy registrou um marco em sua trajetória erudita ao interpretar o desafiador "Concerto em Fá", de George Gershwin, junto à Orquestra Sinfônica de São Paulo, sob a regência do Maestro Ronaldo Bologna. Essa performance foi emblemática por sintetizar sua precisão técnica clássica com a fluidez do jazz, antecipando a identidade híbrida que definiria sua carreira. Além dessa colaboração, sua atuação como solista à frente de instituições como a Orquestra Filarmônica de São Paulo e a Orquestra da Universidade Federal Fluminense consolidou sua reputação como instrumentista de elite antes de sua transição definitiva para a regência e a criação da Orquestra Sinfônica Pop Arte Viva.
Um dos capítulos marcantes de sua trajetória foi sua participação com o Bossa Jazz Trio junto de Elis Regina, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Nesse período, na década de 60, Amilson integrou um dos núcleos mais sofisticados da música popular do país, contribuindo para um momento histórico de inovação, excelência e projeção internacional da MPB.
Bossa Jazz Trio e Elis Regina - Amilson Godoy (piano), Jurandir Meirelles (contrabaixo), José Roberto Sarsano (baterista) e Participação do Percussionista Hermes (1968)
Outro destaque de sua carreira foi sua atuação no Grupo Medusa, projeto que explorou novas possibilidades sonoras e reafirmou seu compromisso com a experimentação e a qualidade musical. O grupo consolidou-se como uma referência em arranjos elaborados e linguagem contemporânea, dialogando com diferentes vertentes da música instrumental.
O Maestro Amilson Godoy destaca-se como uma das figuras mais influentes na articulação política e institucional da música no Brasil, transcendendo sua consagrada carreira como regente e arranjador. Sua atuação em prol da classe artística consolidou-se em frentes estratégicas, como sua nomeação pelo Ministério da Cultura (MinC) como Conselheiro Titular da Música no Conselho Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), onde exerceu papel decisivo na expansão da atividade musical e no aprimoramento das relações entre artistas e as Leis de Incentivo. Além disso, Amilson Godoy teve participação ativa em debates críticos sobre a gestão de direitos autorais, chegando a prestar depoimento em CPIs relacionadas ao ECAD, onde defendeu veementemente a necessidade de maior transparência e de um sistema de votação mais democrático nas associações, argumentando que a representatividade deveria se sobrepor ao poder econômico. Sua trajetória também inclui a coordenação da Escola de Música da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, onde implementou modelos pedagógicos que se tornaram referência para o ensino técnico de música no país, unindo a defesa dos direitos profissionais à excelência da formação musical.
Atualmente, Amilson Godoy segue ativo como regente da Orquestra Sinfônica Pop Arte Viva, onde desenvolve um trabalho que integra o universo sinfônico à música popular. Sua atuação à frente da orquestra evidencia sua capacidade de transitar entre linguagens e ampliar o alcance da música brasileira, aproximando públicos diversos.
Ao lado de seus irmãos, Amilson Godoy representa uma linhagem artística que atravessa mais de meio século de história musical. Juntos, os três pianistas contribuíram significativamente para o desenvolvimento da música brasileira, tanto nos palcos quanto na formação de novos músicos.
A homenagem promovida pelo XIII CLAEM não se limita ao reconhecimento de suas trajetórias individuais, mas celebra um legado coletivo — marcado por excelência, dedicação e impacto cultural.
Durante o evento comemorativo, os artistas sobem ao palco, reafirmando sua vitalidade artística e oferecendo ao público uma experiência musical que conecta passado, presente e futuro.
Inserido na programação do XIII CLAEM, as apresentações refletem a essência do congresso: promover o intercâmbio entre culturas musicais da América Latina. Organizado pela ALAEMUS e pela FACULDADE E CONSERVATÓRIO SOUZA LIMA, o evento reúne artistas, educadores e instituições de diversos países, fortalecendo redes de colaboração e ampliando horizontes culturais.
A noite contará com abertura especial de Oscar Stagnaro, diretor artístico do CLAEM há mais de 16 anos, acompanhado pela Banda ALAEMUS, reunindo músicos de diferentes países em uma celebração da diversidade sonora latino-americana. Também terá participações especiais de artistas e professores internacionais, reforçando o caráter global do evento: Javier Flores, Vicente Luna, Oscar Acevedo, Ale Demogli, Sly de Moya e a cantora espanhola Olga Román.
Bourbon Street: palco de excelência
Reconhecido como um dos mais importantes clubes de música ao vivo do Brasil, o Bourbon Street Music Club oferece o cenário ideal para essa celebração. Sua tradição em receber grandes artistas nacionais e internacionais contribui para transformar a homenagem em uma experiência ainda mais significativa.
A homenagem aos irmãos Godoy, reafirma a importância de reconhecer artistas que ajudaram a moldar a música brasileira e continuam ativos na construção de seu futuro.
Em um tempo de constantes transformações, iniciativas como o XIII CLAEM destacam o valor da memória, da troca cultural e da continuidade artística. E, nessa noite especial, a trajetória de Amilson Godoy se apresenta não apenas como história, mas como presença viva — em movimento, em criação e em permanente diálogo com novas gerações.
Ingressos para a noite de homenagens no Bourbon Street:
A cidade de São Paulo será palco de
um momento raro e emblemático da música brasileira. No dia 21 de abril,
terça-feira, feriado, o Bourbon Street Music Club recebe o espetáculo “Irmãos
Godoy – Homenagem aos músicos brasileiros de destaque”, dentro da programação
oficial do XIII CLAEM – Congresso Latino-Americano de Escolas de Música.
No palco, três trajetórias
extraordinárias se encontram em uma apresentação única: Adylson Godoy, Amilton
Godoy e Amilson Godoy. Irmãos de origem e de formação musical, eles construíram
ao longo de mais de seis décadas carreiras sólidas e complementares, tornando-se
referências tanto na performance quanto na educação musical no Brasil e no
exterior.
Nascidos em Bauru (SP), os três iniciaram
precocemente sua formação artística em um ambiente familiar profundamente
ligado à música. Desde então, passaram a ocupar posição de destaque na
história da música brasileira, transitando com naturalidade entre a música
instrumental, a MPB e o universo sinfônico.
A apresentação propõe um verdadeiro mergulho na evolução da música nacional,
reunindo repertório que atravessa gerações e estilos, com obras como “Zimbo
Samba”, “Samba 40º”, entre composições autorais dos três e outras composições
que marcaram época. A apresentação também inclui momentos de improvisação
refinada e performances a “seis mãos”, evidenciando o diálogo musical único
entre os irmãos.
Participações especiais e abertura
internacional
A noite contará com abertura especial de
Oscar Stagnaro, diretor artístico do CLAEM há mais de 16 anos,
acompanhado pela Banda ALAEMUS, reunindo músicos de diferentes países em uma
celebração da diversidade sonora latino-americana.
O evento também terá participações especiais de artistas e professores
internacionais, reforçando o caráter global do evento:
Javier Flores, Vicente Luna, Oscar Acevedo, Ale Demogli, Sly de Moya e a
cantora espanhola Olga Román.
Um show idealizado por referências da educação musical
Mais do que um espetáculo, a
apresentação se configura como uma experiência artística e pedagógica. O
evento foi idealizado por Mario Cunha, reitor da Faculdade e Conservatório
Souza Lima, e por Oscar Stagnaro — ambos fundadores da ALAEMUS.
A proposta dialoga diretamente com
os princípios do XIII CLAEM: integrar performance, formação e reflexão sobre a
música latino-americana, promovendo o intercâmbio entre artistas, professores
e estudantes de diversos países.
Trajetórias que ajudaram a moldar a música brasileira
Adylson Godoy destaca-se como
precursor do samba-jazz no Brasil e forte participante da era dos festivais da
música popular brasileira. Com mais de 250 composições gravadas, teve suas
obras interpretadas por grandes nomes da música nacional e atuou como diretor
musical em programas históricos da televisão brasileira, além de ser um dos
fundadores do ECAD e da UPARS - União Paulista de Artistas Seniores.
Amilton Godoy é reconhecido como um dos principais nomes do piano na
música brasileira. Fundador do lendário Zimbo Trio, contribuiu decisivamente
para a consolidação do samba-jazz e da bossa nova instrumental e influenciando
gerações de músicos através do ensino musical na sua lendária escola musical
CLAM.
Já Amilson Godoy
construiu uma trajetória singular ao integrar a linguagem da música popular ao
universo sinfônico. Foi um dos fundadores dos grupos Bossa Jazz Trio e Medusa,
atuando como pianista. À frente da Orquestra Sinfônica Pop Arte Viva,
desenvolveu um trabalho pioneiro de aproximação entre diferentes universos
musicais, além de sua atuação na educação e na representação institucional dos
músicos.
Música, educação e integração
latino-americana
Promovido pela ALAEMUS, o XIII CLAEM
reúne representantes de diversos países em uma programação que inclui cursos,
workshops e conferências voltadas à formação musical e ao intercâmbio
cultural.
Nesse contexto, a
participação dos Irmãos Godoy traduz, no palco, os valores centrais do
congresso. A recepção aos convidados estrangeiros releva a música como
linguagem universal. A integração entre gerações e a construção de
conhecimento por meio da prática artística, valoriza a cultura musical
latino-americana.
Serviço
Irmãos Godoy – Homenagem aos músicos brasileiros de destaque
ENTRE O CÉU E O SOM - HARMONIA TRANSCENDENTAL foi desenvolvida para comemorar os 20 anos da Missão Centenário que marcou o primeiro vôo do avião 14 BIS com o inventor SANTOS DUMONT e a jornada do primeiro astronauta brasileiro MARCOS PONTES ao espaço.
O Brasil que sonha alto — e vai além da atmosfera — estará representado na Páscoa Cultural promovida pela União Paulista dos Artistas Seniores (UPARS). O astronauta Marcos Pontes confirmou, em uma postagem recente, sua presença no concerto “Entre o Céu e o Som – Harmonia Transcendental”, que acontece no próximo dia 05 de abril, às 18h, no Centro Cultural São Paulo.
A participação de Marcos Pontes reforça o simbolismo do evento, que une arte, espiritualidade e ciência em uma mesma experiência. Em sua publicação “Do Brasil para o Espaço”, o astronauta destaca a importância da educação, da inovação e da capacidade de sonhar como motores que impulsionam o país rumo ao futuro. Sua trajetória — marcada por disciplina, superação e pioneirismo — dialoga diretamente com a proposta do espetáculo: elevar o público a uma vivência sensorial que transcende o cotidiano.
Nesse contexto, sua presença também fortalece o elo entre arte e ciência, já que o astronauta atua como um agente do conhecimento, realizando experimentos e contribuindo diretamente para o avanço científico. Sua trajetória demonstra que explorar o espaço não é apenas uma conquista tecnológica, mas também uma expressão do mesmo impulso criativo que move a arte — a busca por compreender o universo e expandir os limites da experiência humana.
Primeiro brasileiro a viajar ao espaço, Pontes tornou-se um ícone nacional ao transformar um sonho aparentemente distante em realidade concreta. Ele reúne múltiplas formações: é engenheiro, piloto de testes e militar, além de ter participado diretamente de experimentos científicos em ambiente de microgravidade durante sua missão espacial. Isso significa que não é apenas alguém que “viajou ao espaço”, mas um profissional preparado para executar pesquisas, operar tecnologias avançadas e contribuir com a produção de conhecimento científico. Sua presença no evento, portanto, vai além do caráter institucional: é um convite à reflexão sobre os caminhos que conectam ciência e sensibilidade artística.
O concerto “Entre o Céu e o Som – Harmonia Transcendental” promete uma noite memorável. A apresentação contará com a Orquestra Pop Arte Viva em formação camerística, sob regência do maestro Amilson Godoy. O espetáculo também reúne o Coral Infanto-Juvenil do Espaço Cultural de Artes e do Colégio Fênix de São Caetano do Sul, preparado pela maestrina Tânia Bertassoli e regido pelo maestro Marcelo Faraldo Recski.
Como convidados especiais, o público poderá apreciar apresentações do pianista e compositor Adylson Godoy, das cantoras Claudya e Maria Clara Mascellani, além do consagrado intérprete Zé Luiz Mazziotti.
Mais do que um concerto, o evento se propõe a ser uma celebração da paz, da cultura e da capacidade humana de transcender limites — seja por meio da arte ou da exploração espacial. A presença de Marcos Pontes simboliza essa ponte entre mundos, onde o céu não é o limite, mas o ponto de partida.
A entrada é gratuita, e os ingressos poderão ser retirados na bilheteria do Centro Cultural São Paulo com até 30 minutos de antecedência.
Uma noite em que o céu encontra o som — e o Brasil se reconhece em sua grandeza.
Serviço
Evento: Entre o Céu e o Som – Harmonia Transcendental
Data: 05 de abril (Domingo de Páscoa)
Horário: 18h
Local: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – próximo ao Metrô Vergueiro e Paraíso
Estacionamento: Pago (em frente ao Centro Cultural)
Local com acessibilidade
Entrada: Gratuita (retirada de ingressos 30 minutos antes)
-sob forte nevasca e temperaturas que chegaram a -9ºC, o brasileiro mostrou versatilidade ao transitar por palcos com propostas diferentes-
Ao longo de uma semana que ficará gravada na memória dos fãs de música eletrônica ao redor do mundo, Alok foi um dos grandes protagonistas do Tomorrowland Winter 2026, edição que ocorreu entre os dias 21 e 27 de março nas pistas nevadas de Alpe d'Huez, na França. Em três apresentações singulares, ele mostrou facetas completamente diferentes do seu trabalho e, em cada uma delas, deixou o público em êxtase. Com a temperatura abaixo do zero grau, a participação do artista foi marcada por uma construção precisa de narrativa musical no decorrer do festival.
Três dias, três narrativas musicais
Em três dias, Alok mostrou a amplitude do seu repertório, combinando faixas autorais com produções reconhecidas globalmente.
Seu primeiro set, no palco Orbyz, posicionado no alto das pistas de esqui, a 2.100 metros de altitude, foi tido por muitos críticos como um dos momentos visuais da semana, quase como um cenário cinematográfico em que nem mesmo a forte nevasca e os -9°C diminuíram o encantamento e conexão de Alok com o público.
Na quinta-feira (26), foi a vez do projeto paralelo do artista, "Something Else", entrar em cena no palco Frozen Lotus. Em um espaço mais intimista e acolhedor, a apresentação se transformou em algo mais próximo de um ritual coletivo do que de um show convencional, pela proximidade física do público com o artista. Com uma abordagem mais “club”, marcada por uma curadoria experimental e sonoridade underground, revelou o lado mais conceitual e visceral de Alok, um contraponto deliberado à grandiosidade de suas outras performances.
O encerramento da jornada veio no palco principal do festival, no último dia (27). Por lá, Alok entregou o que define sua identidade musical mais amplamente reconhecida: a combinação precisa entre hits de alcance global e novas sonoridades, estruturada para funcionar tanto para o festivaleiro de primeira viagem quanto para o fã de longa data. A apresentação foi transmitida ao vivo pelo aplicativo do Tomorrowland, pelo canal do festival no YouTube e pela One World Radio, multiplicando o alcance da performance para milhões de espectadores ao redor do mundo.
Brasil no centro dos Alpes
Ao circular por três palcos e três formatos distintos em uma única edição do festival, Alok consolidou algo que poucos artistas conseguem: demonstrar versatilidade real sem perder coerência artística. Sua capacidade de dialogar com públicos diferentes, desde o frequentador de pistas underground ao espectador casual do Mainstage, marca os pilares de sua trajetória internacional, e o Tomorrowland Winter 2026 forma mais um capítulo dessa construção.
A edição deste ano foi descrita pela organização como "uma odisseia nos Alpes franceses", pela fusão única entre música eletrônica, esportes de inverno e uma atmosfera inigualável. Alok esteve no centro dessa odisseia em dose tripla.
Amilton Godoy e Gabriel Grossi / Foto: Babi Lorencini (Divulgação)
Disco reúne novamente o pianista e o harmonicista em homenagem ao legado de Heitor Villa Lobos
O show de lançamento será no Centro Cultural São Paulo com entrada gratuita
“Os Filhos de Villa” é o novo álbum do pianista Amilton Godoy e do harmonicista Gabriel Grossi, disco que dá continuidade ao primeiro projeto feito pelo duo em homenagem à obra de Heitor Villa Lobos (Villa-Lobos Popular). Desta vez, Amilton e Gabriel voltam seus olhares - e instrumentos - para a influência de Villa-Lobos sobre as gerações posteriores, ao seu legado, explorando os desdobramentos na música brasileira.
O álbum estará disponível nas plataformas digitais no dia 5 de março, na mesma data do show de lançamento em São Paulo. A apresentação com entrada gratuita será também na quinta-feira, no Centro Cultural São Paulo, na Sala Jardel Filho. Além do lançamento digital, o disco ganhará uma edição limitada em vinil.
“Os Filhos de Villa” traz nove faixas instrumentais, com um repertório que sugere pontes, inclusive didáticas, entre Villa e alguns de seus herdeiros musicais mais significativos: Tom Jobim, Egberto Gismonti, Johnny Alf, Paulinho Nogueira, Guinga e Maurício Einhorn. Além das releituras propostas pelos músicos, o disco traz duas composições autorais de Amilton e do Gabriel, ambos também influenciados pela obra do maestro.
A arte de capa é assinada pelos artistas designers, Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara, do Tranquilo Studio.
O disco parte do que aparentemente seria um paradoxo: Villa-Lobos ter escrito grande parcela de sua música erudita a partir de materiais populares, fruto de suas pesquisas sobre cultura brasileira e seu folclore sonoro. É sobre esse território híbrido que o duo se debruça, destacando que essa interseção segue ativa, pulsante e contemporânea.
“Os Filhos de Villa” é, essencialmente, um álbum de música popular brasileira, ancorado por narrativas instrumentais, improvisação e pelo diálogo entre dois universos timbrísticos bem distintos: o piano de Amilton e a harmônica de Gabriel.
Amilton Godoy soma 73 anos de carreira consolidada e celebra 85 anos de vida (no dia 2 de março). Gabriel Grossi acumula uma trajetória estabelecida dentro e fora do país, reconhecido como um dos grandes harmonicistas da atualidade.
O projeto “Os Filhos de Villa - Amilton Godoy e Gabriel Grossi” foi realizado com apoio da 8ª edição do Edital de Apoio à Música para a cidade de São Paulo, realização da Secretaria Municipal de Cultura e produção da DG Produções e Tudo Bem Produções.
Serviço:
Amilton Godoy e Gabriel Grossi Show lançamento disco “Os Filhos de Villa” Data: 5 de março de 2026 (quinta-feira) Horário: 20h Local: Centro Cultural São Paulo (Sala Jardel Filho) Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo/SP
Classificação indicativa: livre
Ingressos: gratuito (disponíveis para retirada do público, on-line e física, a partir das 14h do dia 4/03, quarta-feira)
Faixas
1. Loro | Egberto Gismonti
2. Chovendo na Roseira | Tom Jobim
3. Choro | Amilton Godoy
4. Bachianinhas nº 1 | Paulinho Nogueira
5. Garota de Ipanema | Tom Jobim e Vinícius de Moraes
Gravação, mixagem e masterização: Adonias Souza Junior (Estúdio Arsis)
Produção fonográfica: DG Produções
Produção executiva e coordenação geral: Dani Godoy
Projeto: Dani Godoy e Débora Ribeiro de Lima
Designer de capa: Priscila Tâmara e Rodrigo Sommer (Tranquilo Studio)
Realização: Tudo Bem Produções e Secretaria Municipal de Cultura
Sobre os músicos:
Amilton Godoy, ex-integrante e fundador do emblemático Zimbo Trio, é considerado um dos grandes pianistas do mundo, com 91 discos lançados e shows em mais de 40 países, soma prêmios, turnês internacionais e anos de docência e pesquisa musical. Perfeitamente na ativa, Amilton é um mestre da música que completou sete décadas de uma carreira notável.
Gabriel Grossi, apesar da juventude, o músico e compositor carioca já contabiliza 17 álbuns na discografia, prêmios nacionais e internacionais e uma carreira consolidada no circuito mundial da música instrumental. É considerado um dos melhores harmonicistas do mundo e um dos instrumentistas mais importantes da música brasileira.
Ambos são vencedores do Grammy.
No primeiro disco “Villa Lobos Popular” (de 2012) os músicos exploram e reinterpretam a obra de Heitor Villa-Lobos, com arranjos focados na linguagem popular e jazzística, destacando a conexão entre a música erudita e a música popular brasileira.
A música brasileira perdeu hoje um de seus grandes intérpretes românticos. Nilton César, cantor que atravessou décadas emocionando o público com sua voz suave e seu estilo inconfundível, faleceu aos 86 anos e foi sepultado em São Paulo. Sua partida encerra um capítulo importante da história da música romântica nacional, mas seu legado permanece vivo em cada canção que embalou histórias de amor pelo país.
Da infância em Minas ao estrelato nacional
Nascido em Ituiutaba, Minas Gerais, Nilton César descobriu cedo sua vocação artística. Ainda jovem, mudou-se para São Paulo em busca de oportunidades e rapidamente encontrou espaço no cenário musical, que na época fervilhava com novos talentos e programas de rádio.
Seu timbre marcante e sua interpretação emocional chamaram atenção de produtores e, nos anos 1960, ele iniciou uma trajetória que o colocaria entre os grandes nomes da música romântica brasileira.
O auge: discos de ouro e canções eternizadas
Nilton César alcançou enorme popularidade nos anos 1970, quando lançou alguns de seus maiores sucessos. O mais emblemático deles, “Férias na Índia”, tornou-se um fenômeno nacional, ultrapassando meio milhão de cópias vendidas e garantindo ao cantor discos de ouro e reconhecimento em todo o país.
Outras músicas, como “A Namorada que Eu Sonhei”, “Felicidade” e “Amor, Amor, Amor”, consolidaram sua imagem como um dos principais representantes das baladas românticas. Seu estilo elegante e sua entrega emocional nas interpretações lhe renderam o apelido de Príncipe das Baladas.
Uma carreira construída com afeto e respeito ao público
Ao longo de mais de seis décadas de carreira, Nilton César manteve uma relação de profunda gratidão com seus fãs. Participou de programas de televisão, fez shows por todo o Brasil e continuou ativo mesmo quando muitos de seus contemporâneos já haviam se afastado dos palcos.
Sua presença sempre foi marcada por simpatia, profissionalismo e um carinho genuíno pelo público que o acompanhou por tantos anos.
Despedida e homenagens
O velório e o enterro de Nilton César ocorreram hoje no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, em São Paulo. Familiares, amigos e admiradores compareceram para prestar as últimas homenagens ao artista. Nas redes sociais, colegas de profissão expressaram pesar e lembraram histórias vividas ao lado do cantor, destacando sua generosidade e seu talento.
Um legado que permanece
Nilton César deixa uma obra que continua a emocionar gerações. Suas músicas seguem presentes em rádios, playlists e memórias afetivas de milhares de brasileiros. Sua voz, carregada de sentimento, permanece como um símbolo de uma época em que a música romântica dominava corações e tocava profundamente quem a ouvia.
A arte de Nilton César não se encerra com sua partida. Ela continua viva — nas canções, nos fãs e na história da música brasileira.
O projeto “Queremos Paz no Planeta”, que emocionou o público no Memorial da América Latina em novembro, segue ampliando sua mensagem de união, música e esperança. Neste sábado, 03 de janeiro, às 21h30, parte do elenco do show participa do Programa Silvio Brito em Família, exibido pela TV Rede Vida, em uma noite que promete muitas emoções.
A presença do projeto no programa reforça a força da arte como instrumento de diálogo e transformação social. Participam desta edição especial o renomado pianista Adylson Godoy, as cantoras Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, além do Coral Infantil Maestrina Miriam de Moura, acompanhado por seus regentes, a Maestrina Marli Ferrari e o Maestro Marcelo Faraldo Recski.
Conhecido por valorizar a música brasileira, os encontros familiares e as histórias que tocam o coração, o Programa Silvio Brito em Família será o cenário perfeito para reviver o espírito do espetáculo “Queremos Paz no Planeta”. O público poderá conferir performances emocionantes, depoimentos inspiradores e a sensibilidade de artistas que colocam a música a serviço de uma causa maior: a paz.
A participação do coral infantil merece destaque especial. Símbolo de esperança e futuro, as vozes das crianças traduzem com pureza a mensagem central do projeto, mostrando que a construção de um mundo mais pacífico começa desde cedo, pela educação, pela cultura e pela arte. Onde assistir ao Programa Silvio Brito em Família
📺 TV Rede Vida – sábado (03/01), às 21h30 Algar: Canal 12 (SD) | 197 (HD) | 713 (DTH) Claro TV: Canal 17 (SD) | 517 (HD) GVT: Canal 243 NET: Canal 193 (SD) | 693 (HD) TV Oi: Canal 16 SKY: Canal 6 Vivo TV: Canal 29
Será uma noite para se emocionar, reunir a família e celebrar a música brasileira com propósito. Assista, vale muito a pena! 💛🎶
Silvio Brito com o Coral Maestrina Miriam de Moura - Regente: Maestro Marcelo Faraldo Recski acompanhados pela Orquestra Pop Arte Viva - Regente: Maestro Amilson Godoy Show "Queremos Paz no Planeta" - Memorial da América Latina - 07/11/25 (Foto: Julien Pereira)
O concerto “Queremos Paz no Planeta”, idealizado pela União Paulista de Artistas Sêniores e apresentado no Memorial da América Latina em 07 de novembro, segue reverberando no cenário cultural brasileiro. A força simbólica do espetáculo — que reuniu artistas 50+, jovens talentos e um coral infanto-juvenil em uma apresentação inesquecível — agora chega à televisão nacional pelas mãos do cantor e apresentador Silvio Brito, referência da música brasileira e dono de uma das vozes mais sensíveis do país.
Silvio Brito é cantor, compositor e apresentador brasileiro, com carreira iniciada nos anos 1970. Tornou-se conhecido por sucessos populares que marcaram gerações, unindo romantismo e crítica social. Além da música, destacou-se como apresentador de TV, consolidando-se como artista versátil e figura marcante da cultura popular brasileira.
No programa especial de final de ano, que irá ao ar em 3 de janeiro às 21h30 no canal Rede Vida, O Programa “Silvio Brito em Família” apresentará trechos do concerto, depoimentos dos artistas participantes e a presença emocionante do coral que encantou o público no Memorial. A proposta é revisitar esse marco cultural e ampliar sua mensagem essencial: “Queremos Paz no Planeta” é construída por todas as faixas etárias, talentos e histórias — e a arte é o maior instrumento de união que existe.
Ao levar o projeto para a televisão, o programa reforça a relevância social e artística da iniciativa conduzida pela UPARS – União Paulista de Artistas Sêniores, fundada pelo Maestro Adylson Godoy, que tem como missão valorizar artistas 50+, gerar oportunidades e promover integração entre gerações.
“Estamos felizes com a realização desse projeto, pois conseguimos gerar mais de cem empregos diretos e indiretos, através da realização desse show. Também tivemos a oportunidade de conhecer e cantar para mais de cem astronautas de vários países que estavam visitando o Brasil para o 36º Encontro de Astronautas e nos prestigiaram com as suas presenças no Teatro.” Declarou Adylson Godoy.
A união desses artistas com o coral e com a nova geração demonstra que a paz não é apenas ausência de conflitos, mas superação de preconceitos, acolhimento, continuidade e respeito mútuo.
A diretoria da UPARS pretende transformar a proposta em uma Campanha pela Paz, dando continuidade em outras localidades.
A participação no programa “Silvio Brito em Família” marca mais um capítulo do impacto crescente do projeto “Queremos Paz no Planeta”, que se consolida como movimento cultural, musical e humanista — alcançando novos públicos e inspirando reflexões sobre convivência, empatia e o papel transformador da arte.
Os programas “Silvio Brito em Família” ficam disponíveis numa playlist no canal @redevidavideos e o Show Completo “Queremos Paz no Planeta” pode ser visto no canal do Youtube @queremospaznoplaneta
Descubra como girar a chave da mentalidade artística para a empresarial
Você passa horas no estúdio, domina seu instrumento, compõe letras que tocam a alma e, quando sobe no palco, entrega tudo de si. Mas, no final do mês, a conta não fecha e a agenda de shows não está tão cheia quanto deveria.
Se identificou?
Essa é a realidade de milhares de músicos talentosos no Brasil. O problema não é a falta de arte, é a falta de visão de negócio.
No mundo atual, ser apenas um "músico talentoso" é o mínimo viável. Para construir uma carreira sustentável, você precisa vestir uma nova camisa: a de empreendedor. A verdade nua e crua é que a sua carreira musical é uma empresa, e você é o CEO.
Se você quer deixar de ser um músico amador e se tornar um Músico Empreendedor, precisa começar a tratar sua arte como uma startup.
Aqui estão os 4 pilares fundamentais para fazer essa transição:
1. O Seu "Produto" Vai Além da Música
Uma startup não lança um produto e espera que ele se venda sozinho. Ela testa, colhe feedbacks, aprimora e relança.
Sua música, seu show, sua performance: esse é o seu produto. Ele está pronto para o mercado?
Qualidade Técnica: Sua gravação tem nível competitivo para estar numa playlist do Spotify ao lado dos grandes nomes?
A Experiência ao Vivo: Seu show é apenas uma sequência de músicas ou uma experiência que prende o público do início ao fim?
Feedback: Você ouve o que seu público (seus clientes) diz, ou fica na defensiva quando criticam sua arte?
Pense como um gestor de produto. Esteja sempre em "versão beta", buscando a melhoria contínua.
2. Branding Não é Apenas um Logotipo Bonito
Startups de sucesso têm uma identidade clara. Você sabe quem elas são, o que defendem e para quem elas falam.
Como músico, você é a marca. Sua imagem nas redes sociais, a forma como você se veste no palco, o tom de voz nas entrevistas e a estética dos seus clipes precisam estar alinhados. Se a sua música é um rock agressivo, mas seu Instagram parece o de um cantor de baladas românticas, você está confundindo seu público-alvo.
Defina sua missão, seus valores e sua estética. A consistência gera reconhecimento.
3. O Setor Financeiro: O "Calcanhar de Aquiles"
Quantas bandas excelentes acabaram por brigas de dinheiro? Inúmeras.
Uma startup que mistura o dinheiro do caixa da empresa com a conta pessoal do dono quebra em meses. Se você recebe o cachê de um show e gasta tudo em cerveja e contas pessoais, você não tem um negócio, tem um hobby caro.
Para ser um músico empreendedor, você precisa:
Separar as contas: Tenha um controle do que entra e sai especificamente da sua atividade musical.
Reinvestimento: Uma parte do lucro precisa voltar para o negócio (marketing, equipamentos melhores, produção de novo material).
Precificação: Pare de cobrar "o que der". Saiba seus custos operacionais para definir um cachê justo que gere lucro.
4. Monte Seu Time (Networking Estratégico)
Nenhum CEO constrói um império sozinho. Ele contrata especialistas ou faz parcerias estratégicas.
No início, você provavelmente fará tudo: compor, tocar, vender shows, fazer o marketing digital e carregar os equipamentos. Mas, para crescer, você precisará delegar.
Seu networking não deve ser apenas para conseguir "uma palinha" no show do amigo. Busque conexões com produtores, gestores de tráfego, designers e outros profissionais que complementem as habilidades que você não tem.
Conclusão: A Arte é o Coração, a Gestão é o Cérebro
Adotar a mentalidade de startup não significa vender sua alma ou tornar sua arte fria e calculista. Pelo contrário. Significa criar uma estrutura sólida e profissional ao redor da sua arte para que ela possa alcançar mais pessoas e gerar o sustento que você merece.
O caminho do músico empreendedor é desafiador. Exige estudo sobre marketing, finanças e negociação, áreas que muitas vezes não gostamos. Mas é esse esforço extra que separa quem vive de música de quem apenas vive a música nos finais de semana.
E você, CEO da sua própria carreira: qual desses 4 pilares é o seu maior desafio hoje?
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O sertanejo é mais do que um gênero musical; é uma herança cultural que atravessa gerações. E é com essa bagagem de tradição e paixão que o cantor Juliano Lima se apresenta no próximo Sarau de Natal do Espaço Cultural Viva Arouche.
O evento, que promete celebrar a música e a cultura no coração de São Paulo, acontecerá na emblemática Rua do Arouche, 126, na República. Será uma oportunidade única para o público conferir de perto a autenticidade de um artista que carrega em sua voz a história do sertanejo.
Influências que Moldaram uma Trajetória
Para entender a música de Juliano Lima, é preciso voltar às suas origens. Sua paixão pelo estilo nasceu ao som de clássicos que definiram uma era. "Comecei a gostar do sertanejo ouvindo Chitãozinho & Xororó, com músicas como 'Fio de Cabelo', e Almir Rogério com 'Fuscão Preto'. A partir daí fui conhecendo grandes nomes do gênero", conta o cantor.
Essa base sólida foi reforçada por lendas da música caipira e sertaneja. Juliano cita ícones como Trio Parada Dura, Milionário & José Rico, Belmonte & Amaraí, Tonico & Tinoco, Tião Carreiro & Pardinho e Zilo & Zalo como artistas que marcaram sua trajetória. "Esses artistas fortaleceram minha paixão pelo sertanejo e ajudaram a construir minha identidade musical", afirma.
Passado e Presente em Harmonia
Mesmo com as mudanças no cenário musical, Juliano Lima mantém os pés firmes na tradição, sem deixar de olhar para o futuro. Para ele, o sertanejo atual é uma "continuidade dessa história", onde novas gerações cumprem o papel vital de manter o gênero vivo.
Sua persistência na carreira é movida por um sentimento genuíno de pertencimento. Quando questionado sobre o motivo de seguir no sertanejo até hoje, a resposta é simples e direta, como uma boa moda de viola: "Porque é um estilo que faz parte da minha vida e da minha história."
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Serviço:
Não perca a apresentação de Juliano Lima no Sarau de Natal.
Local: Espaço Cultural Viva Arouche
Endereço: Rua do Arouche, 126 - República - São Paulo/SP
A música sempre rondou a vida de Jane Lopes, mas foi preciso tempo e vivência para que ela aceitasse o chamado dos palcos. Neste próximo sábado, 13/12, o público poderá conferir de perto o resultado dessa jornada no Sarau de Natal do Espaço Cultural Viva Arouche, a partir das 15h.
A apresentação promete ser um reflexo da alma da cantora: uma mistura de influências que vão das rodas de samba que o pai frequentava às melodias que a mãe cantarolava em casa. Mas o caminho até o microfone não foi linear. Jane conta que, embora familiares notassem seu talento desde os 20 anos, ela resistia. "Não acreditava. Queria estudar e ter uma profissão", relembra. A dedicação ao mundo corporativo, atuando por anos em Departamento Pessoal, parecia ser o destino final.
xxxxx''Foi apenas aos 40 anos, com a vida estabilizada e incentivada por colegas de trabalho, que a chave virou. "Sentia que chegara minha hora", diz Jane. O que começou com ensaios despretensiosos e apresentações em casamentos logo se transformou em um projeto profissional.
Do Gospel à MPB: A Construção da Identidade
A primeira experiência de estúdio veio com o álbum gospel "Deus é Fiel". No entanto, a artista sentiu a necessidade de expandir seus horizontes. Percebendo a competitividade do mercado religioso e guiada por sua própria estética vocal, Jane encontrou seu verdadeiro "lugar de fala" na música secular.
"Descobri encantamento e beleza em Nana Caymmi, Gal Costa, Alcione, Marisa Monte, Ivete Sangalo e Elis Regina. Meu timbre me mostrava que esse era o caminho", explica.
Essa fusão de referências deu origem ao seu projeto atual, o show "Elas por Ela". No repertório, Jane transita com reverência entre grandes divas da música brasileira e clássicos internacionais, mesclando ritmos que funcionam tanto para a escuta atenta quanto para a descontração dos barzinhos.
Além das interpretações, o show traz a autoral "Tudo Valeu a Pena", um black music lançado em 2022 onde a cantora narra suas próprias experiências. "Esta sou eu", define Jane, provando que começar uma carreira artística em um momento diferente da vida traz a vantagem da certeza e da entrega emocional.
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Serviço:
Evento: Sarau de Natal com Jane Lopes Data: Sábado, 13 de dezembro Horário: A partir das 15h Local: Espaço Cultural Viva Arouche
R. do Arouche, 126 - República, São Paulo - SP, 01219-001
Vereadora Edir Salles homenageia o Conservatório e Faculdade Souza Na foto: Reitor da Faculdade Antonio Mario da Silva Cunha e a Ver. Edir Salles Foto: Divulgação
O Conservatório Musical Souza Lima completou 45 anos de história, e a Faculdade de Música Souza Lima celebrou 15 anos de atuação em uma solenidade emocionante realizada no dia 12 de novembro de 2025, na Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem, proposta pela vereadora Edir Sales (PSD), reuniu professores, ex-alunos, autoridades e parceiros da instituição para reconhecer décadas de contribuição à educação musical brasileira.
A cerimônia destacou o impacto cultural e social do Souza Lima, que se tornou referência nacional na formação de músicos, na criação de oportunidades e na promoção da música como ferramenta de transformação.
Fundado em 1980 pelo professor Antônio Mário da Silva Cunha, o Conservatório Souza Lima nasceu com o propósito de oferecer ensino musical de qualidade, acessível e conectado com a prática profissional. Ao longo das décadas, ampliou cursos, parcerias e projetos, tornando-se um dos principais centros de formação musical do país.
Em 2010, a instituição inaugurou a Faculdade de Música Souza Lima, que trouxe cursos superiores em performance, licenciatura e produção musical — além de convênios com instituições renomadas como a Berklee College of Music (EUA). Hoje, seus alunos e egressos atuam em orquestras, estúdios, escolas e palcos no Brasil e no exterior.
Foto: Richard Lourenço
A comemoração ocorreu no Salão Nobre da Câmara, com transmissão ao vivo e grande presença de convidados. Compuseram a mesa principal: Vereadora Edir Sales, autora da homenagem; Professor Antônio Mário Cunha, fundador da instituição; Representantes da Abramus, AB Música, Tepdance Brasil e Secretaria Municipal de Direitos Humanos; Professores e ex-alunos que participaram da história do Souza Lima.
A vereadora destacou em seu discurso que “a música é um instrumento de transformação social, e o Souza Lima tem sido um exemplo disso ao longo de 45 anos”.
Durante a cerimônia, o professor Antônio Mário recebeu o diploma oficial de reconhecimento da Câmara Municipal. Professores, colaboradores e parceiros institucionais também foram homenageados por sua contribuição à formação de milhares de músicos.
O evento contou com uma apresentação especial do combo da Faculdade Souza Lima, que interpretou jazz, música brasileira e arranjos contemporâneos. A performance arrancou aplausos calorosos e reforçou o talento dos alunos formados pela casa.
Equipe de Professores e Colaboradores posam em foto histórica em homenagem aos 45 anos do Conservatório Souza Lima e 15 anos da Faculdade Souza Lima Foto: Divulgação
Educação, intercâmbio e inclusão: pilares do Souza Lima
O conservatório e a faculdade se destacam por iniciativas como:
Formação completa: Cursos livres, técnicos, graduação e pós-graduação criam um caminho sólido desde a iniciação musical até a profissionalização.
Parcerias internacionais: Convênios com instituições da Europa, América Latina e Estados Unidos ampliam o acesso a intercâmbios e experiências no exterior.
Projetos sociais: Programas como “Música na Comunidade” e bolsas integrais para jovens de escolas públicas reforçam o compromisso da instituição com inclusão e transformação social através da música.
Ao longo da cerimônia, ex-alunos e professores compartilharam relatos emocionantes sobre o impacto do Souza Lima em suas vidas: “Aqui descobri minha voz e minha carreira.” / “O intercâmbio mudou meu futuro.” / “Ver o crescimento dos alunos é a maior recompensa.”
Legado cultural e planos para o futuro
Presente em festivais, concertos, pesquisas e eventos que movimentam a cena musical paulistana, o Souza Lima segue fortalecendo sua contribuição cultural para São Paulo e para o Brasil.
Entre os projetos para os próximos anos estão: Novos cursos ligados à tecnologia musical, music business e terapias musicais; Ampliação dos programas sociais; Expansão de convênios internacionais; Investimentos em ensino híbrido e plataformas digitais; Abertura de novos polos e unidades em outras regiões.
A celebração dos 45 anos do Conservatório Souza Lima e dos 15 anos da Faculdade de Música Souza Lima na Câmara Municipal foi um momento de reconhecimento e emoção. Mais do que comemorar datas, o evento reforçou o papel transformador da música e a importância de instituições comprometidas com a formação humana, artística e social.
O Souza Lima segue, assim, escrevendo novas páginas na história da música brasileira — com excelência, inclusão e paixão pela arte.
Marcelo Fontanesi fala sobre Produção de Eventos no Concerto Queremos Paz no Planeta
Muito além do palco e dos aplausos, o espetáculo “Queremos
Paz no Planeta”, realizado em 7 de novembro de 2025, no Memorial da América
Latina, representa um importante exemplo de como a cultura movimenta a economia
criativa e gera impacto social concreto.
Com o apoio do senador e astronauta Marcos Pontes, o projeto
conseguiu viabilizar uma ampla estrutura de produção, criando aproximadamente
200 oportunidades de renda, entre empregos diretos e indiretos, ao longo de
toda a cadeia produtiva da música.
Segundo o produtor Marcelo Fontanesi, diretor adjunto da
União Paulista de Artistas Seniores e Produtor no evento, o espetáculo foi
planejado para ir além da apresentação artística, fortalecendo profissionais
que atuam nos bastidores e que muitas vezes não recebem visibilidade.
“Um evento dessa dimensão envolve muito mais do que os
artistas que o público vê no palco. Estamos falando de técnicos, produtores,
músicos, equipe de apoio, comunicação, logística. É uma engrenagem que, quando
bem estruturada, gera trabalho, renda e dignidade para muitas famílias”,
destacou Fontanesi.
A realização do concerto mobilizou diversos setores da
economia cultural. Entre os principais pontos de geração de renda, destacam-se:
Produção executiva e coordenação geral, responsáveis pelo
planejamento e gestão do evento:
Técnicos de som, luz e imagem, fundamentais para a
qualidade do espetáculo
Músicos, cantores e regentes, protagonistas da
apresentação
Equipes de montagem e desmontagem de palco,
cenografia e infraestrutura
Profissionais de comunicação e assessoria de
imprensa, divulgação e cobertura do evento
Transporte, logística e segurança, garantindo
organização e acesso ao público
Figurino, maquiagem e apoio artístico, contribuindo
para a estética do espetáculo
Equipes administrativas e operacionais, que
sustentam toda a execução
Esse conjunto
de atividades evidencia como a cultura é capaz de impulsionar uma rede ampla de
profissionais, muitos deles autônomos, que encontram em eventos desse porte uma
importante fonte de renda.
No palco, o espetáculo reuniu artistas consagrados da música
brasileira, como Adylson Godoy, Marcus Viana, Silvio Brito, Filó Machado,
Claudya, Maria Clara Mascellani e Claudia Souza, em apresentações que
emocionaram o público e reforçaram a mensagem central do projeto.
O concerto também contou com participações especiais,
incluindo a cantora Mila Amorim, o guitarrista Augusto Renaut e Felipe Machado,
representando a continuidade artística entre gerações.
Um dos momentos mais marcantes foi a apresentação do Coral
Infanto-Juvenil Maestrina Miriam de Moura, sob regência da Maestrina Marli
Ferrari e do Maestro Marcelo Farado Rescki, que também conduziu o Coro
Masculino de Alumínio.
Toda a apresentação foi acompanhada pela Orquestra Sinfônica
Pop Arte Viva, sob a regência do Maestro Amilson Godoy, garantindo uma base
musical sofisticada e envolvente e a Cultura como política pública e desenvolvimento.
O apoio de Marcos Pontes foi decisivo para a realização do
projeto, demonstrando o papel fundamental das políticas públicas e do incentivo
institucional na promoção da cultura.
Para Marcelo Fontanesi, iniciativas como essa mostram que
investir em cultura é também investir em desenvolvimento econômico: “Quando se
apoia um projeto cultural, não se está financiando apenas um espetáculo, mas
toda uma cadeia produtiva que movimenta a economia, gera empregos e promove
inclusão social.”
O “Queremos Paz no Planeta” deixa como legado não apenas a
mensagem artística de união e esperança, mas também um exemplo concreto de como
a cultura pode ser estruturada de forma sustentável, valorizando profissionais
e fortalecendo o setor.
Momento de Ensaio de Queremos Paz no Planeta - Produção:
Marcelo Fontanesi
"Assumir a produção no concerto
“Queremos Paz no Planeta” foi, para mim, uma experiência profundamente
transformadora e gratificante. Mais do que compor uma equipe para coordenar um
grande espetáculo, tive a oportunidade de contribuir para um projeto que
carrega uma mensagem essencial para o nosso tempo. Ver de perto a dedicação de
cada profissional envolvido, acompanhar a integração entre artistas
consagrados, jovens talentos e toda a equipe técnica, e perceber que
conseguimos gerar oportunidades reais de trabalho e renda para tantas pessoas,
me trouxe um sentimento de realização muito forte. Foi desafiador, sem dúvida,
mas, acima de tudo, foi um privilégio fazer parte de algo que uniu arte,
propósito e impacto social de maneira tão verdadeira." Disse
Fontanesi.
Em um cenário onde muitos trabalhadores
da arte enfrentam desafios constantes, ações como essa reforçam a importância
de ampliar o apoio à produção cultural — não apenas como expressão artística,
mas como motor de transformação social e econômica.
O resultado do trabalho de toda essa cadeia
produtiva, pode ser conferido nesse vídeo do espetáculo, transmitido ao vivo
pelo portal da APAA - Associação Paulista de Amigos da Arte.
No dia 7 de novembro de 2025, sexta-feira, a cantora Maria Clara Mascellani, integrante do elenco do Maestro João Carlos Martins, será uma das grandes atrações do concerto “Queremos Paz no Planeta”, que acontece às 20h, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
A artista retorna ao palco sob a regência do Maestro Marcelo Faraldo Recski (seu antigo professor), reencontrando suas origens artísticas e revivendo o coral infantojuvenil que marcou o início de sua carreira. Agora, o coral, Maestrina Miriam de Moura, participará do espetáculo junto com o Coro Masculino de Alumínio (CMA), reforçando a mensagem de união entre gerações e o poder transformador da música.
Durante o concerto, Maria Clara dividirá o palco com grandes nomes da música brasileira, como Claudya, Marcus Viana, Filó Machado, Silvio Brito, Claudia Souza e o pianista e compositor Adylson Godoy. A apresentação contará ainda com a Orquestra Sinfônica Pop Arte Viva, sob regência do Maestro Amilson Godoy e o Coro Masculino de Alumínio - CMA.
“É uma alegria imensa cantar pela paz e reencontrar o maestro com quem aprendi os primeiros passos da música. Esse concerto representa o amor, a arte e a esperança de um mundo mais unido”, afirma Maria Clara Mascellani.
Além do espetáculo, o público poderá prestigiar no foyer do teatro o lançamento da obra “Visões do Cosmos”, promovida pela Association of Space Explorers (ASE) – única associação profissional de astronautas do mundo. A ASE promove o diálogo global sobre cooperação internacional, segurança em voos tripulados e riscos de impactos de asteroides, reunindo astronautas, cosmonautas e taikonautas em eventos científicos, educacionais e culturais.
Em 2025, o 36º Planetary Congress da ASE será realizado no Brasil, fortalecendo a integração entre ciência, arte e espiritualidade. O concerto “Queremos Paz no Planeta” celebra justamente essa união, levando ao público mensagens de harmonia, sustentabilidade e cooperação mundial.
🌎 SERVIÇO:
Evento: Concerto “Queremos Paz no Planeta” Data: 07 de novembro de 2025 (sexta-feira) Horário: 20h Local: Memorial da América Latina – Auditório Simón Bolívar Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP Entrada: Gratuita – sujeita à disponibilidade e confirmação de ingresso AQUI