Programa Músico Empreendedor

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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

TRIBUTO À RITA LEE na FACULDADE SOUZA LIMA em 24/9 - 20hs



O palco do Conservatório Souza Lima vai transbordar rock, psicodelia e emoção no dia 24 de setembro com o nosso tão aguardado Tributo à Rita Lee. Construir este espetáculo tem sido uma jornada de puro afeto e reverência à nossa eterna Rainha do Rock, revisitando suas fases mais icônicas — da irreverência explosiva dos Mutantes aos grandes hinos que marcaram o Brasil em sua carreira solo.

Dividir essa experiência com um time de músicos experientes e apaixonados torna a celebração ainda mais grandiosa. Estarei nos vocais, muito bem acompanhada pelos talentos de Mildred Gutierres no piano, Sérgio Oliveira no contrabaixo, Fábio Oriente na guitarra, Nahame Casseb na bateria e Giba Souza nos backing vocals. Para coroar a noite com um toque de genialidade e história, teremos a honra de contar com a participação especial do mestre Adylson Godoy.

O Show faz parte do projeto "Encontro de Gerações" promovido pela União Paulista de Artistas Sêniores - UPARS e tem o apoio fundamental da Faculdade e Conservatório Souza Lima.

Prepare-se para uma experiência imersiva e vibrante, onde cada acorde celebra a liberdade e a criatividade de uma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos.

Serviço do Evento: 

Data: 24 de setembro
Horário: 20h
Local: Faculdade e Conservatório Souza Lima
Endereço: Rua Maria Figueiredo, 560 – Paraíso, São Paulo
Ingressos: R$ 50 (Inteira) | R$ 25 (Meia-entrada)
Apoio: #vemprosouzalima

A energia desse encontro musical no palco vai ser inesquecível, e mal podemos esperar para cantar todos esses sucessos com vocês. Qual é aquela música da Rita Lee que você já está se preparando para cantar a plenos pulmões na plateia?

segunda-feira, 27 de abril de 2026

‘Festival Salvador Jazz’: a identidade para descolonizar o jazz na Bahia

A Cor do Som  - Daryan Dorneles



No Dia Internacional do Jazz (30), nomes como ‘A Cor do Som’, Amaro Freitas e Aguidavi do Jêje dão fôlego à cena nacional do jazz, potencializada por um dos maiores festivais da região.

Em meio à introdução do Dia Internacional do Jazz (30) em escolas, comunidades e centros culturais, como ponte da produção afrodiaspórica na música, celebrar a data tornou o movimento mais próximo do diálogo entre culturas, segundo a ata da UNESCO com o Instituto Herbie Hancock de Jazz.

No Brasil, a cena encontrou força com o ‘Festival Salvador Jazz’ – principal nome da temporada de jazz no país, que promete reunir em 2026 cerca de 15 mil pessoas nas ruas, ao longo de dois dias de apresentações.



Consolidado como um dos mais relevantes festivais regionais do Brasil, dedicado à celebração da música instrumental, jazz e as sonoridades contemporâneas, a grade do ‘Festival Salvador Jazz’, ao longo dos anos, recebeu nomes consagrados como a Orkestra Rumpilezz; a cabo-verdiana Mayra Andrade; Luedji Luna; Bixiga 70; Spok Frevo; Pradarrum; Marcos Suzano e Jonathan Ferr, entre outros, imersos no intercâmbio cultural e na formação de comunidades.

Realizado há 6 anos na capital baiana, o ‘Festival Salvador Jazz’ amplia o conceito do gênero e explora os diálogos com outras linguagens musicais, como o R&B, soul, afrobeat, MPB e ritmos africanos. Promovendo a experiência sonora conectada com as raízes afro-brasileiras, a curadoria assinada pela produtora cultural Fernanda Bezerra e pelo pesquisador, historiador e músico, Fabrício Mota, traz a essência da identidade musical da Bahia para o palco. Diante do estado mais negro do país, a grade do festival, em Salvador, é ocupada 70% por artistas negros, além de 50% assinada pelo público feminino neste ano.

Caminhando para a sua sétima edição, o evento em 2026 prevê mais de 15 mil pessoas reunidas em torno do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, conectando-se com um dos principais polos do gênero musical, o Chicago Jazz Festival – que vai tomar conta da outra extremidade das Américas.

“No Salvador Jazz, trabalhamos com um conceito ampliado de Jazz, valorizando sua pluralidade e diálogos com outros gêneros musicais. Nosso objetivo é apresentar ao público uma programação que transita entre o jazz tradicional, a música instrumental brasileira, o afro-jazz e novas sonoridades contemporâneas, reforçando Salvador como um polo criativo e aberto à diversidade musical”, assinam os curadores Fernanda Bezerra e Fabrício Mota.


Line-up do ‘Festival Salvador Jazz’: Sandra Sá, Amaro Freitas e mais!

Sandra de Sá - Foto: Lucas Carvalho



Entre os dias 27 e 31 de maio, o Largo da Mariquita vai somar à boêmia tradicional de Salvador ao ritmo do jazz, do R&B e de sonoridades afrodiaspóricas, com a nova edição do ‘Festival Salvador Jazz’. Dentro da grade, nomes como Sandra Sá, A Cor do Som, Amaro Freitas e Aguidavi do Jêje estão entre os artistas confirmados para agitar noites de música ao vivo e identidade negra ao som de jazz.

“Jazz é a mais pura e sincera expressão da música. Nesses tempos de inteligência artificial e de milhares de músicas subindo para as plataformas digitais, a relevância do Jazz, de músicos de verdade tocando com sentimento, se torna ainda mais necessária”, conclui o pianista, compositor e integrante da banda A Cor do Som, Mú Carvalho.

O Festival Salvador Jazz – 7ª edição é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Nordeste, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com produção da Maré Produções Culturais e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro. Onde tem patrocínio do Banco do Nordeste, tem Governo do Brasil.