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quinta-feira, 15 de maio de 2014

UPARS - UNIÃO PAULISTA DE ARTISTAS SENIORES RECEBE APOIO DA OMB/CRESP

PROJETO VISA APOIAR MÚSICOS E CANTORES COM MAIS DE 50 ANOS

Reunião para leitura do Estatuto da UPARS

Por: Claudia Souza


Reuniram-se na tarde de ontem (14/05) na sede da Ordem dos Músicos do Brasil, Conselho Regional do Estado de São Paulo, um grupo de músicos, entre eles: Maestro Adylson Godoy, Severino (Bill Trombonista), Amador Bueno (Contrabaixista), Bauru (Saxofonista), Helio (Trompetista), Marcelo (Agente Cultural), Buda (Trompetista), Renato (Trombonista), Jonas Baker (Baterista e cantor), Ribas Martins (Produtor e Cantor), Maria Cristina Barbato (Contrabaixista e Professora de Música), entre outros, com a finalidade da leitura do estatuto da recém criada UPARS – União Paulista de Artistas Seniores.

O Projeto UPARS visa obter recursos para a produção de shows para músicos e cantores com mais de 50 anos de idade e 30 de carreira, junto aos organismos públicos e privados. Esta foi a nona reunião desde a concepção até a concretização do Projeto.

“Agora o sonho tornou-se realidade e graças ao apoio logístico que recebemos da Ordem dos Músicos do Brasil – CRESP pela pessoa do seu presidente Prof. Roberto Bueno, poderemos iniciar os trabalhos em busca de algum benefício para os músicos dessa faixa etária que encontram-se esquecidos pelos contratantes.” Disse o Maestro Adylson Godoy, mentor do Projeto.

O próximo passo será o lançamento de um site explicativo e a difusão da ideia através dos mecanismos de divulgação para que os músicos que se enquadram nesta categoria possam participar.

Manifestação de Músicos liderados pelo Sindicato.
Logo após a reunião, uma minoria de aproximadamente doze músicos desavisados e desinformados, reuniu-se em manifestação em frente à sede da OMB liderados pelo Sindicato dos Músicos do Estado de São Paulo - SINDMUSSP, que procurados pela nossa redação, não quiseram dar nenhum depoimento. Acredita-se que trata-se de uma ação isolada com a intenção de mascarar algumas irregularidades que já estão transparecendo na nova administração do Sindicato, o que está levando ao desentendimento as duas entidades, que antes pareciam unidas em prol da categoria e agora, em tão pouco tempo, estão divididas e com opiniões totalmente divergentes. Parece que os seus interesses políticos não foram atingidos e por consequência iniciaram-se os rebates.

Seria muito bom se os músicos participassem mais das atividades da OMB/CRESP e do seu Sindicato e ficassem à par das atribuições de cada uma. O que se vê ainda, são músicos confundindo Sindicato com Órgão regulamentador da profissão e vice-versa.